!DOCTYPE html> insert_pixel_code_here
Meio ambiente: Embrapa lança ferramenta para auxiliar produtor rural a recompor a floresta

Meio ambiente: Embrapa lança ferramenta para auxiliar produtor rural a recompor a floresta

São Paulo, 28/03/2018 – O WebAmbiente, ferramenta que faz recomendações personalizadas para o produtor rural recompor a paisagem nativa de sua propriedade, foi lançado hoje no Ministério da Agricultura. Disponível gratuitamente na internet, a nova tecnologia foi desenvolvida por Embrapa, Ministério da Agricultura, Ministério do Meio Ambiente e várias instituições parceiras.

Conforme a Embrapa explicou, em nota, trata-se de um sistema de informação interativo que contempla o maior banco de dados já produzido no Brasil sobre espécies vegetais nativas e estratégias para recomposição ambiental. A ferramenta engloba todos os biomas brasileiros.

Ao acessar o sistema, o interessado tem à disposição o Simulador de Recomposição Ambiental. A ferramenta oferece sugestões de estratégias de recomposição e uma lista de espécies para adequação ambiental do imóvel rural a partir de algumas respostas dadas pelo produtor rural. Ao fornecer informações básicas como localização e tamanho da propriedade rural, o internauta recebe uma lista de espécies nativas apropriadas para o plantio, estratégias de recomposição mais adequadas às condições da área e orientações relativas ao preparo inicial do local. Após usar o simulador, é possível baixar ou imprimir o relatório com as sugestões para recomposição. O WebAmbiente pode ser acessado no link www.webambiente.gov.br

Em Bruxelas, Maggi disse que avanços ambientais devem ser reconhecidos e a economia mais aberta

Em Bruxelas, Maggi disse que avanços ambientais devem ser reconhecidos e a economia mais aberta

Em Bruxelas, durante reunião com representantes dos países membros da Comunidade Europeia, o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) defendeu o livre comércio e o reconhecimento dos avanços da legislação e das práticas ambientais dos agricultores brasileiros.

“Sou agricultor. Sinto na pele, na minha fazenda, na minha atividade o quanto tive que mudar a gestão para estar enquadrado na legislação brasileira, que segue princípios mundiais”, disse Blairo. O ministro deixou claro que os esforços de preservação no Brasil beneficiam o planeta como um todo, em função do manancial de água doce e de sua vegetação nativa, e que, por isso, devem ser reconhecidos.

“Somos o segundo maior produtor de soja do mundo, produzimos café, laranja, cana-de-açúcar e várias culturas em 8% do território. Na década de 1970, tínhamos produção média de 1,4 tonelada por hectare. Chegamos, em 2015, a 4,5 toneladas por hectare. Isso representa economia de 150 milhões de hectares”, destacou.

“Na pecuária também tivemos uma inversão muito grande. Ocupávamos na década de 1990, 210 milhões de hectares, com plantel de 150 milhões de cabeças de bovinos. Hoje, estamos com 165 milhões de hectares e passamos dos 200 milhões de bovinos”. Segundo o ministro, os dados demonstram ganho de produtividade e o uso de técnicas mais modernas. “E já é prática, no Brasil, a integração de agricultura, pecuária e florestas.”

Comércio

Sobre barreiras comerciais, Blairo Maggi disse ser totalmente contrário, em sua visão política de governo, mas também por sua experiência no setor privado. Observou que o fato de a balança comercial entre o país e o bloco europeu pender para o lado brasileiro, não significa prejuízo para a comunidade europeia, que importa commodities brasileiras, vendidas, depois de beneficiadas, a preço elevado exponencialmente.

O ministro do Mapa comparou o mercado brasileiro ao europeu, ressaltando que, apesar de populoso com seus 200 milhões de habitantes, o país tem renda per capita muito menor, para justificar a dificuldade de consumo. “Mas tenho dito ao time da agricultura que, independentemente se as empresas vão vender ou não, temos que criar as condições para que o comércio funcione. Eu não posso impedir negócios simplesmente para proteger algum nicho.”

“Há interesse mútuo em resolver a pauta de demandas bilaterais”, disse o ministro ao final de uma agenda de cinco reuniões na capital da Bélgica. Maggi esteve com representantes das indústrias europeias de ração e óleos vegetais, com empresários, funcionários de governos e da Comissão Europeia com interesses no Brasil e ainda com embaixadores de outros países, na quinta-feira (26).

Teve ainda encontro promovido pela Unica (União da indústria da Cana-de-Açúcar) com representantes de indústrias europeias do setor da bioeconomia e bioinsumos e visitou a agência belga de segurança alimentar (AFSCA) para conhecer seu modelo de controle da cadeia alimentar, principalmente de produtos de origem animal.

Nas reuniões, Blairo Maggi, divulgou o vídeo institucional do Mapa Agronegócio do Brasil, Empreende Preserva e Transforma. Assista a versão em português e em inglês .

Mais informações à imprensa:
Coordenação-geral de Comunicação Social

Pin It on Pinterest